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Dica do SPTV da Globo - Embu das Artes

Pousada Du Valle

POUSADA DU VALLE em Embu das Artes, esta localizada a 150 metros da famosa feira das artes de Embu das Artes e a cerca de 300 metros das Lojas de Outlet BBB e Multi-Marcas. Na Pousada você encontrará um ambiente familiar, simples, limpo e aconchegante, para você que esta so de passagem, a passeio na cidade ou a trabalho. As diárias contam café da manhã, estacionamento, Internet Wi-Fi e TV a Cabo nos apartamentos Single, Casal, Duplo e Triplo Familia(Cama de Casal+01 Cama de Solteiro.) como cortesia. A Pousada esta a: * 01km da Rodovia Régis Bittencourt (BR116). * 25km da Avenida Paulista. * 55km do Aeroporto Internacional de Guarulhos. * 30km do Aeroporto de Congonhas.* 35km do Terminal Rodoviario da Tiete.

Apartamentos

A Pousada Du Valle conta com  27 Apartamentos, equipados com TV a cabo, internet WI-FI, ventilador de teto com controle remoto, frigobar e mesa para trabalho.

Nas Categorias:
* Single
* Casal
* Duplo(02 camas de Solteiro)
* Triplo(03 camas de Solteiro)
* Triplo Familia(01 Cama de Casal+01 Cama de Solteiro)
* Quadruplo(04 camas de Solteiro)
* Quadruplo Familia(01 Cama de Casal+02 Camas de Solteiro)


 




 



Wi-Fi




A Pousada Du Valle oferece aos seus clientes, Internet sem fio (Wi-Fi), sem nenhum custo adicional. Onde você cliente poderá acessar a Internet do seu apartamento.

Localização

POUSADA DU VALLE em Embu das Artes,  fica localizada atrás da Caixa Económica Federal, e esta a 150 metros do centro histórico de Embu, onde você encontra  a famosa feira das artes, os museus, restaurantes, bancos, bares e também onde ocorre a tradicional feira de artesanato e a cerca de 300 metros das Lojas de Outlet BBB e Multi-Marcas

Estacionamento


A Pousada Du Valle conta com um amplo estacionamento, com segurança e coberto. Mesmo depois que você libere o apartamento, você poderá estar deixando o seu carro estacionado em nosso estacionamento durante todo dia, que você não terá nenhum custo adicional.










Café da manha

O café da manha é servido em nosso refeitório ou você pode ir ate o refeitório e esta se servindo e levando o seu café da manha para o seu apartamento. O café da manha conta com frutas, sucos, pães, frios e...

Formas de pagamento:











O pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartões de credito ou debito.

Feira de Arte e Artesanato


A partir do 1o Salao de Artes Plásticas de Embu em 1964, que reunia trabalhos de diversos artistas renomados, a arte produzida no município passou a ser reconhecida nacional e internacionalmente.

Em 31 de janeiro de 1969 foi criada a Feira de Artes e Artesanato na frente da Igreja Matriz, hoje Museu de Arte Sacra. No decorrer de seus trinta e um anos de existencia a Feira foi ocupando todas as ruas do Centro Histórico - agora Passeio das Artes. Paralelo ao desenvolvimento da Feira, foram surgindo as diversas lojas de artesanato, galerias de arte, antiquários e lojas de móveis rústicos artesanais, tornando a cidade conhecida por Embu das Artes.

A tradicional Feira de Artes de Embu conta com uma grande variedade de produtos artesanais, obras de arte, e também o chamado “industrianato”. A Feira do Verde, que antigamente ocupava a Praça da Lagoa e agora está localizada na Rua Siqueira Campos, incrementa junto com as barracas de alimentos e bebidas, a diversidade de produtos oferecidos.

CAT dá apoio à Feira
Centro de Atendimento ao Turista e ao Expositor da Secretaria de Turismo localizado no Largo 21 de Abril e Sanitário Público, na Rua Joaquim Santana.

Composiçao da Feira de Artes e Artesanato
Constam 462 expositores, divididos entre artesanato, artes plásticas, feira do verde, antiquários e alimentação, entre outros. A maior concentração de expositores acontece aos domingos e feriados.

Artesanato
Com o surgimento da Feira de Artes e Artesanato de Embu em 1969, dezenas de artesaos levaram para as ruas do centro histórico da cidade a beleza de suas peças, atraindo um público cada vez maior, sempre ávido por uma lembrança do município.

Hoje, centenas de artesaos expoem suas peças na cidade, oferecendo ao público uma grande variedade de opçoes: bijouterias, porcelanas, instrumentos musicais, estofados, cestarias, vestuários, rendados e mais uma série de objetos utilitários, ou simplesmente decorativos, que enchem os olhos das pessoas que transitam pelas ruas do centro histórico de Embu das Artes.

Plantas Ornamentais
A partir de 1940, um grande número de imigrantes japoneses chegou a Embu. Esses colonos instalaram-se principalmente em sítios e chácaras localizadas no cinturao verde do município, passando a produzir nao só hortifrutigranjeiros mas também uma grande variedade de flores e plantas ornamentais.

Hoje, depois de Holambra, o município é um dos principais fornecedores de flores e plantas ornamentais negociados na Ceagesp. Parte dessa exuberante produçao pode ser vista e adquirida todos os domingos na Feira do Verde, também no centro de Embu, tornando-se mais um dos atrativos da cidade.

Móveis Rústicos
O setor moveleiro em Embu começou a ganhar seus primeiros contornos a partir de 1960, impulsionado principalmente pelos migrantes sulistas, que levaram para o município o estilo rústico dos seus móveis, cuidadosamente trabalhados em madeira maciça, o que confere força e robustez as peças produzidas na cidade.

Embu possui hoje cerca de 60 lojas de móveis, instaladas principalmente ao longo da Avenida Elias Yazbek, que liga a BR 116 ao centro da cidade, oferecendo ao público consumidor uma vasta gama de opçoes para mobiliar todos os espaços de uma residencia, do dormitório ao jardim.

Localizaçao
Ocupa as seguintes ruas do centro:
Largo 21 de Abril
Rua Marechal Isidoro Lopes
Rua Domingos Paschoal
Rua da Matriz
Travessa Tibiriçá
Rua Joaquim Santana
Rua Nossa Senhora do Rosário
Largo do Jesuítas
Rua Boa Vista
Rua Siqueira Campos
Rua Padre Belchior Pontes

Informaçoes

Centro de Atendimento ao Turista (CAT)
Largo 21 de Abril, s/n.º
Informações: (11) 4704-6565 – 4781-5971

Centro Histórico



Embu das Artes atrai cada vez mais turistas nos dias da semana porque oferece uma combinaçăo única de características:

O charmoso, colorido centro histórico com uma grande quantidade de galerias de arte, móveis rústicos e lojas de artesanato. Uma grande variedade gastronômica de comida típica brasileira e culinária internacional.

Tăo perto e tăo positivamente diferente; através do Rodoanel vocę năo precisa mais de 20 minutos da Avenida Paulista, 15 minutos de Alphaville, 10 minutos do Morumbi ou 5 minutos da Granja Viana para visitar Embu das Artes.

Centro Cultural Mestre Assis de Embu


O Centro Cultural Embu das Artes oferece ao público, gratuitamente, acesso à arte, cultura e ao conhecimento. O Centro Cultural ocupa o histórico prédio da prefeitura. Nele, o público tem à disposição três salas para exposições e o auditório Cássio M’Boy, com capacidade para 150 pessoas destinado a palestras, recitais, espetáculos musicais e teatrais.

A Sala Josefina Azteca abriga, até 9 de abril, a mostra Arte – Substantivo Feminino, que reúne obras de oito artisplas plásticas embuenses. Na Sala Ana Moysés estão reunidas obras do Museu de Arte Sacra onde são realizadas oficinas de dança, teclado, flauta e da Banda Municipal.

Instalada em frente ao Centro, fica a tenda “Embu das Artes ao Vivo”, onde artistas do município montaram uma extensão de seus ateliês, possibilitando ao público acompanhar em tempo real todo o processo criativo de pintores, escultores, ceramistas e forjadores.

Centro Cultural Embu das Artes

Largo 21 de Abri, 29 – Centro
Informações: (11) 4781-4462
todos os dias, das 9 às 18h, ou até o último evento. Quando tem show, fica até mais tarde.

Memorial Sakai


A imagem de uma cidade pode estar associada a diversas pessoas, sentimentos, paisagens ou acontecimentos. Em alguns casos, o tempo, encarregado de perpetuar nomes e lugares, pode no entanto, ser injusto, como foi com mestre Sakai de Embu. Foi um dos maiores escultores em terracota do Brasil. Tadakiyo Sakai, nascido em Nagasaki, Japăo, chegou ao Brasil em 1928, com catorze anos. Em Embu, aportou em 1952, após dar aulas de artes marciais e trabalhar com sericultura e agricultura.

Ao reconhecer nesta cidade sua definitiva morada, adotou o nome artístico de Sakai de Embu, o mesmo acontecendo com boa parte das suas centenas de alunos, que, aliás, reconheceram no mestre uma simplicidade inegável e uma vontade e prazer de ensinar inabaláveis. Sakai amou Embu e o Brasil. Encontrou nestas paragens, o sol caboclo e o chăo maior que o acolheria. Encontrou em Cássio M' Boy e Solano Trindade os parceiros de uma vida. É bem possivel que, ao receber o título de cidadăo embuense, em 1967, Sakai, morto em 1981, năo imaginasse que a mesma cidade que o colhera e que lhe dera o seu reconhecimento, anos mais tarde despedaçaria sua Via-Crucis. A obra de uma vida do artista foi, ao som das picaretas e da ignorância, simplesmente desfeita em milhares de pedaços.

O Memorial é um espaço cultural que, além do museu com obras do mestre,de seus alunos e uma escola de cerâmica, tem exposiçőes periódicas de outros artistas plásticos.

" Eu vim de longe para encontrar minha casa (Embu)
Vim do sol nascente para o sol caboclo
Minha terra era pequena e eu também
Procurei um chăo maior para ser maior
Encontrei Cassio M' Boy e o Solano Trindade
Formamos um triângulo de arte e amor
E assim nasceu o meu grupo que hoje é do povo
".

Sakai de Embu e o Touro
Quando Sakai de Embu visitava a algum amigo, que năo se encontrava bem de saúde, ele o presenteava com o seu touro. Este era seu modo de lhe desejar força e energia para se recuperar rapidamente.

Memorial Sakai
Inaugurado no final de novembro de 2003, o Memorial Sakai de Embu reúne dezenas de peças do artista Tadakiyo Sakai, um dos maiores e principais representantes da escultura em terracota no Brasil, respeitado por sua criaçăo e pela originalidade de sua obra. Com monitores, o espaço leva o visitante a conhecer aspectos da vida de Sakai, seus pręmios, alunos e admiradores.

Memorial Sakai

Rua Rebolo Gonzáles, 185, no Cercado Grande
Informações: (11) 4241-5993
Horário de funcionamento: de terça-feira a domingo, das 9 às 17h.

Museu do Índio destaca cultura indígena em Embu das Artes


Os índios foram os primeiros habitantes de Embu das Artes e ainda hoje estăo presentes na cultural local. O Centro de Informaçăo da Cultura Indígena (CICI), planejado pelo artista plástico e escritor, Walde-Mar de Andrade e Silva, é um local onde se pode sentir de perto a cultura indígena brasileira. Localizado no centro histórico da cidade, o CICI é um espaço onde podem ser pesquisados e discutidos temas como Naçőes Indígenas; grupos étnicos; costumes; hábitos alimentares; arte (plástica, musical, dança, oratória e ornamental); idiomas; crenças e rituais, aspectos da vida comunitária e relaçăo com a natureza e meio ambiente.

Pesquisador da cultura indígena, Walde-Mar de Andrade e Silva viveu entre os índios no Parque Nacional do Xingu, por vários anos, com apoio dos irmăos Villas Boas. Suas experięncia săo contadas nas palestras que realiza em instituiçőes ligadas ŕ educaçăo e cultura.

A convite de amigos (brasilíndios) esteve pela última vez no Xingu, em 2000, onde assistiu ŕs festividades de sete tribos reunidas.

Walde-Mar é artista plástico. A natureza é o cenário escolhido pelo pintor e escritor para suas obras. E o índio, o principal personagem desse paraíso, onde se vive com alegria, equilíbrio, harmonia, pureza colorido e amor. Foi em 1968 que Walde-Mar escolheu esse tema para desenvolver seu trabalho artístico.

Realizou sessenta exposiçőes na Europa. Nas dezessete viagens que fez ŕquele continente, realizou também palestras relacionadas ŕ cultura indígena. Participou de 14 exposiçőes nos Estados Unidos e mais de 60 no Brasil. Algumas exposiçőes foram realizadas juntamente com outros eventos voltados ŕ conscientizaçăo ecológica.

Seu livro, "Lendas e Mitos dos Índios Brasileiros", editado na Alemanha, encontra-se na 8.Ş ediçăo e alcança a 2.Ş ediçăo no Japăo. A empresa CIBA-GEIGY editou-o em 1990, (em uma tiragem de 5.000 exemplares) no idioma portuguęs. No ano de 1998, a Editora FTD lançou-o no Brasil, na 15.Ş Bienal Internacional do Livro, atualmente na 3Ş ediçăo. Tanto na Europa, como no Brasil, educadores e editores, utilizam o livro, em suas propostas pedagógicas multidisciplinares, ao tratar do tema.

Participou da 46.Ş Frankfurt Book Fair - Confluence of cultures, em 1994, na Alemanha. Em 1996 foi lançado na Alemanha o jogo educativo, contendo 110 cartas relacionadas ŕ cultura indígena, traduzindo seu conteúdo com propostas pedagógicas, em treze idiomas.

Walde-Mar tem suas obras nos acervos do Museu de Antropologia da Universidade Estadual de Indiana - Indiana - Estados Unidos; Museu de Antropologia da Universidade Estadual de Michigan - Michigan - Estados Unidos, Museu de Arte Contemporânea - Skopje - Iugoslávia e Museu de Arte Naďf - Assis - SP - Brasil.
Em 1999, foi lançado pela Porcelanas Schmidt, uma coleçăo de pratos decorativos com obras suas, relacionadas a quatro lendas indígenas. Para 2002, a BRASCRI, Associaçăo Suíço-Brasileira de Ajuda ŕ Criança, editou um calendário com obras suas referentes a doze lendas indígenas.

Museu do Índio
O Centro de Informaçăo da Cultura Indígena (CICI), planejado pelo artista plástico e escritor, Walde-Mar de Andrade e Silva, é um local onde se pode sentir de perto a cultura indígena brasileira. Localizado no centro histórico da cidade, o CICI é um espaço onde podem ser pesquisados e discutidos temas como Naçőes Indígenas; grupos étnicos; costumes; hábitos alimentares; arte (plástica, musical, dança, oratória e ornamental); idiomas; crenças e rituais, aspectos da vida comunitária e relaçăo com a natureza e meio ambiente.

Pesquisador da cultura indígena, o artista plástico de renome internacional e escritor Walde-Mar de Andrade e Silva viveu entre os índios no Parque Nacional do Xingu, por vários anos, com apoio dos irmăos Villas Boas. Suas experięncia săo contadas nas palestras que realiza em instituiçőes ligadas á educaçăo e cultura.

CICI - Museu do Índio

Endereço: Rua da Matriz, 54, Centro - Embu das Artes
Informações: (11) 4704-3278
Funcionamento: de terça a domingo, das 10 às 18h. Visita monitorada, com agendamento.
Entrada: R$ 3,00 (menores de 7 anos e maiores de 60 anos năo pagam)


Conjunto Jesuístico Nossa Senhora do Rosário


O conjunto jesuítico Nossa Senhora do Rosário é formado pela igreja e pela antiga residęncia dos padres, conjugadas numa mesma edificaçăo. O desenho das portas e janelas cria uma delicada movimentaçăo da fachada.
Trata-se de um dos mais importantes e preservados remanescentes das construçőes jesuítas em Săo Paulo, caracterizadas pela simplicidade das linhas retas.

A igreja começou a ser construída por volta de 1700 pelo Padre Belchior de Pontes em substituiçăo ŕ antiga capela da fazenda de Catarina Camacho situada năo muito longe dali, também dedicada a Nossa Senhora do Rosário.
A nova igreja teria suficiente capacidade para que os índios e vizinhos pudessem comodamente observar os preceitos a que estăo obrigados, como registrou o Padre Manuel da Fonseca no livro 'A Vida do Venerável Padre Belchior de Pontes'.

Localizaçăo
Centro histórico.

Particularidade
Edificaçăo tombada como Patrimônio Histórico Nacional por sua arquitetura que apresenta particularidades do estilo barroco paulista.

Atrativos:
Conjunto constituído pela Igreja, construída em taipa de pilăo em 1690 com elaborados trabalhos de pintura na capela-mor e na sacristia, e pela residęncia dos Jesuítas parcialmente concluída em 1734 quando iniciaram os elaborados trabalhos de pintura e douraçăo da capela-mor e da sacristia.

Funcionamento:
Sábados das 12h30 ŕs 17h00 e Domingos das 10h00 ŕs 17h00
Média de visitaçăo: 30 pessoas aos Sábados e 130 aos Domingos

Museu de Arte Sacra dos Jesuitas
Foto do Museu de Arte Sacra
Foto do Museu de Arte Sacra
Foto do Museu de Arte Sacra

O Conjunto Jesuítico inclui a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e sedia o Museu de Arte Sacra. Sua arquitetura apresenta particularidades do estilo barroco paulista e um acervo rico em imagens de anjos, santos e personagens bíblicos entalhados em madeira, modelados em terracota ou em armaçőes em roca, produzidas entre os séculos XVII e XIX. Creditam a autoria da imagem da Nossa Sra. do Rosário, em terracota, ao Padre Belchior de Pontes, responsável pela construçăo da Igreja. A obra prima do museu, "Senhor Morto" esculpida em tamanho real em uma única tora de madeira, bem como as imagens de Nossa Senhora das Dores e da Santa Ceia, em roca, săo da autoria do Padre Macaré.

As demais peças expostas foram esculpidas por jesuítas auxiliados pelos índios. O tour tem a Igreja como ponto alto: a sacristia, com pinturas de estilo oriental no forro, e o altar da capela-mor, ornado com talha dourada.

Endereço: Largo dos Jesuítas, 67 - Centro Histórico
Telefone: 4704-2654
Funcionamento: terça-feira a domingo, das 9 ás 17 horas.Foto do Museu de Arte Sacra

Capela São Lazaro


A origem da Capela de São Lazaro está ligada à uma imagem do santo esculpida em madeira pelo artista Cássio M'Boy, nos anos 20.O São Lazaro de Cássio M'Boy começou a atrair um grande número de devotos e, em 1934, decidiu-se construir uma capela para abrigar a imagem e seus adoradores. Em 1969 a capela foi restaurada aproximando-a das linhas da arquitetura jesuítica da Igreja Nossa Senhora do Rosário.

Localização:
Entre a Rua da Matriz e a Rua Nossa Sra. do Rosário.

Particularidade:
Capela construída em 1934 pela comunidade embuense, estilizada em 1969 para ficar em harmonia com a arquitetura colonial do Conjunto Jesuítico.

Atrativos:
Imagem de São Lazaro de autoria do artista Cássio M’Boy e o “Santo Cristo” entalhado pelo Zé Santeiro.
Funcionamento: A Capela fica aberta à visitação de quinta-feira a domingo, das 9h às 18h. Não são realizados cultos.

Capela de São Lázaro
Informações: (11) 4704-6565
Rua da Matriz - Centro

Parque do Lago Francisco Rizzo


O Parque do Lago recebe cerca de 5 mil visitantes por semana, possui brinquedoteca, biblioteca, sucatoteca, pista de cooper, pavilhão cultural e viveiro de plantas.

Localizado numa área pública de 240.000 m2, o Parque do Lago, como também é conhecido, tem como proposta a preservação do meio ambiente e está inserido no contexto do projeto Guarapiranga. Grande parte do parque é constituída por um lago de água doce, de 63.000 m2, com peixes como tilápias, introduzidas no local e que se reproduzem na água limpa, não poluída. Possui uma área gramada e centenas de árvores foram plantadas, como cerejeiras, ingás, ipês, fícus, jacarandás, manacás, entre outras.

No parque há, ainda, um viveiro onde estão plantadas mudas de plantas que servem para a recuperação da área verde, sendo também doadas à população em troca de lixo reciclável (vidro, papel, latas de alumínio, plástico), dentro do programa de Coleta Seletiva.

Uma pista para caminhadas ou corridas, que margeia parte da extensão do lago, recebe centenas de praticantes de exercícios físicos. Nos finais de semana de tempo bom, o parque chega a receber 4.000 visitantes. Só a brinquedoteca recebe em média, no domingo, 200 crianças.

Endereço:

Rua Alberto Giosa, 300.
Informações: (11) 4781-4953
Funcionamento: todos os dias, das 8 às 17h
Acesso: altura do número 2530 da Av. Elias Yazbek, próximo ao retorno do Embu, na Rod. Régis Bittencourt km 282. Há previsão de um acesso principal pela Av. Vereador Jorge de Souza.
Área: 217.004 m².

Infraestrutura
Estacionamento à porta, banheiros, lanchonete e telefones públicos.

Particularidade
Implantado em local bastante degradado pela atividade de extrativismo de areia.

Atrativos
Várzea do Rio Embu-Mirim, lago com 63.000 m².
Atividades: recreação e lazer para a população local e turistas e educação ambiental.